1º Mostra Virtual
Exposição Individual
"Madonas"

FRANCISCO BORGES LARANJAL

Natural da cidade de Laranjal, Minas Gerais (1951) Francisco Borges é um pintor autodidata, mas entre 1987 e 1988 residiu nos EUA e aproveitou esse tempo para se aperfeiçoar freqüentando cursos e visitando museus. 

Tendo se instalado na cidade de Vitória-ES, em 1989, iniciou uma série de atividades artísticas realizando mais de 20 exposições entre coletivas e individuais. Trabalhou com ilustração, ministrou cursos de aquarela e freqüentou ateliers de artistas locais como Cleber Galveas, Wagner Veiga, Nilson Camizão e também o de Loio-Pérsio que nesta época havia se estabelecido no balneário de Nova Almeida.

Mais tarde (por volta de 2001), ao ser convidado a exercer a atividade de Engenharia na qual é formado, iniciou uma sequência de mudanças de endereço em função das obras, mas atento à persistência na arte fez com que as atividades artísticas também viajassem, assim ia fazendo suas exposições por onde morasse seja em Ipatinga-MG, Rio de Janeiro, São Paulo, Campinas, Salvador, Recife, Belo Horizonte e principalmente Curitiba.

Durante sua jornada Francisco Borges, embora tenha recebido poucas aulas em cursos rápidos, as considera de grande valor à sua carreira, tais as de Desenho com Modelo Vivo, de Patrícia Elliott Schappler e Aquarela, com Elise Khol , no Nashua Center for the Art assim como as de Colagem e Assemblage com Aldrey Colby, no Massasshussets College of Art (Boston) e novamente Desenho, pintura e Escultura com Modelo Vivo, com Nancy Angel, no Rivier College de Nashua-NH. No Brasil, as de Ronaldo do Rego Macedo (Parque Lage), Nelson Leiner (FAAP) e de Selma Weismmann, da Escola Guignard, de Belo Horizonte.

Admirador em primeira mão de Di Cavalcanti assim como de Antonio Henrique Amaral, Klint e Frank Stela, Borges prossegue hoje com seu trabalho marcado pelo ponto (não o pontilhismo histórico) que o acompanha desde a fase das paisagens, paisagens estas que mais à frente se enriquecem com o ludismo de meninos e suas pipas e que gradativamente recebe delineantes linhas geométricas em suave transformação para um processo contemporâneo. 

Linhas, pontos e manchas associados à explosão de cores montam o sincretismo do trabalho de Borges seja nos traçados da composição com as pipas ou na síntese desses traçados a desaguar nas figuras, principalmente a feminina.

Pelos seus mais de 30 anos de carreira o artista está inserido em vários catálogos da arte nacional e internacional, tendo também recebido várias premiações.

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